Stress, Ondas Alpha, Theta, sincronia cerebral, meditação indutor

 

 

 

 

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SÍNTESE DE PESQUISAS REALIZADAS SOBRE AS BRAIN MACHINES 

E A TECNOLOGIA DE LUZ E SOM

Ficou bem estabelecido que esses aparelhos podem produzir, com rapidez, estados de relaxamento profundo e aumentar a sugestionabilidade, a receptividade a novas informações e ampliar o acesso ao material do subconsciente.  Novos estudos sobre os efeitos desses aparelhos estão sendo desenvolvidos no mundo e os resultados preliminares sugerem que as máquinas podem ser benéficas no tratamento de dores de cabeça de enxaqueca, alívio da dor, aumento da função imunológica e muito mais.  Segue um sumário de alguns dos estudos mais interessantes realizados na última década.   

Num estado preliminar de 1980, sobre uma das máquinas de luz e som, o Dr. Thomas Budzynski, pertencente, então, à clínica da "Behavioral Medicine Associates" (Associação de Medicina Comportamental), em Denver, descobriu que os "resultados iam de estados sonolentos, semelhantes aos hipnóticos (com o uso da freqüência theta), a imagens vividas, semelhantes às holográficas. As vezes, imagens da infância são recuperadas".  Isso levou o Dr. Thomas Budzynski a falar do aparelho como "Facilitador da hipnose" e um "Facilitador da Recuperação do Inconsciente", que poderia ter valor terapêutico, uma vez que o aparelho parecia "permitir ao sujeito'lembrar-se de eventos da infância passada com alto nível de qualidade de estar lá".  Ele também sugeriu que o aparelho pode ser efetivo na aprendizagem acelerada, pois parecia capaz de colocar os usuários no estado theta (ou "crepuscular") de hiper-sugestionabilidade e receptividade aumentada a novas informações.

 O pesquisador médico Dr. Gene W. Brockopp, de Buffalo, Nova lorque, opinou que a estimulação sonora e luminosa poderia, talvez, "induzir", ativamente, um estado de desativação em que o cérebro está passivo, mas não adormecido; desperto; mas não envolvido na "confusão" da rotina da existência.  Se isso for verdade, pode ser um estado no qual novas estratégias cognitivas poderiam ser projetadas e desenvolvidas". Brockopp também sugeriu que "se podemos ajudar uma pessoa a experimentar estados de ondas cerebrais diferentes, conscientemente dirigindo-os com estímulos externos, poderemos facilitar a habilidade dos indivíduos de permitir mais variações no seu funcionamento, pela ruptura de padrão em nível nervoso.  Isso pode ajudá-los a desenvolver a habilidade de engrenar-se ou mudar e movê-los do padrão habitual de comportamento, para se tomarem mais flexíveis e criativos e desenvolverem estratégias de funcionamento mais elegantes".

Num estudo sobre "O efeito da Estimulação Áudio/Visual Repetitiva sobre a Atividade óssea e Vasomotora", realizado pelo Dr. Norinan Thomas e seu associado, David Siever, na Universidade de Alberta, um grupo de sujeitos do experimento recebeu estimulação audiovisual (usando um aparelho DAVID) na freqüência de 10 Hz (nível alfa) durante 15 minutos, senda controlado sua tensão muscular, usando um EMG, e sua temperatura no dedo.  A um grupo de controle, monitorado da mesma forma, foi solicitado que relaxasse e visualizasse uma cena tranqüila, sem estímulos audiovisuais, pelo mesmo período de 15 minutos.  Significativamente, tanto o grupo de experiência como o de controle eram o que os pesquisadores chamavam de sujeitos "resistentes" ou "não hipnotizáveis".  Enquanto os sujeitos de controle expressaram um sentimento de relaxamento, os monitores de EMG e temperatura do dedo mostraram, pelo contrário, que eles estavam, realmente, experimentando aumentos de tensão muscular e quedas na temperatura do dedo (associada à tensão ou "stress").  Do outro lado, o grupo usando o aparelho de luz e som mostrou aumentos dramáticos de relaxamento, alcançando estados de relaxamento profundo, que continuaram por longos períodos após os 15 minutos de estímulo audiovisual.  Os pesquisadores relataram que: "Conclui-se que o relaxamento por auto-sugestão não é tão efetivo quanto o produzido áudio-visualmente. A eletroencelografia mostra que a freqüência que segue a resposta cortical é lembrada nos sujeitos estimulados áudio-visualmente. Parece que os estímulos audiovisuais oferecem um aparelho de hipnose simples para sujeitos resistentes a outros estímulos".

Em 1988, o anestesiologista Robert Cosgrove Jr., Ph.D, médico, realizou estudos preliminares da estimulação por luz e som.  Nas avaliações iniciais, nas quais ele usou aparelho "alpha-pacer II", Cosgrove, uma autoridade em engenharia farmacêutica e biomédica, notou que a estimulação audiovisual era "claramente muito potente na sua capacidade de causar relaxamento profundo na maioria dos sujeitos. Sua efetividade tem sido tão grande que estamos muito entusiasmados pela possibilidade de avaliar (o aparelho) por suas propriedades sedativas em pacientes, antes, durante e após a cirurgia. Também estamos realizando estudos para provar sua utilidade em "stress crônico". "Estamos, também, (continuou Cosgrove), quantificando os efeitos eletroencefalográficos (EEG, onda cerebral) tanto em voluntários, como em pacientes.  Nossos resultados preliminares mostraram forte condicionamento do EEG”.

O aparelho, notou Cosgrove, "como protocolos de estimulação adequadamente selecionados, mostrou-se um excelente exercitador de caminhos neurológicos. Como tal, cremos que tem grande potencial para aumentar o desempenho cerebral ótimo... Além disso, os efeitos a longo prazo do uso constante do aparelho para manter e aumentar o desempenho cerebral durante a vida e, possivelmente, adiar por décadas a deterioração do cérebro, tradicionalmente associada ao envelhecimento, é excitante. Planejamos testar essa hipótese em pacientes com danos cerebrais, onde se provou que o nível de recuperação está relacionado a estímulos sensoriais e cerebrais, com resultados que têm implicações no seu uso em cérebros saudáveis normais".

Em 1989, outro pesquisador, D.J. Anderson, usou estimulação fótica com óculos de LEDs vermelhos para tratar sete sofredores com dores de cabeça de freqüência - nenhum dos quais havia: conseguido aliviar suas dores com medicamentos.  Ele descobriu que, de 50 enxaquecas observadas, 49 foram classificadas pêlos sujeitos como sendo "ajudadas" e 36 pararam com a estimulação fática.  Significativamente, notou-se que as luzes mais brilhantes eram mais efetivas.

Mais evidências do valor terapêutica potencial da estimulação fótica vieram do pesquisador Jill Ammon-Wexlwe, Ph.D., do "Innerspace Biofeedback and therapy Center" (Centro de Terapia e Bioretroalimentação do Espaço Interior), em Los Gatos, CA, usando um aparelho que utiliza um estímulo de luz piscante, sem acompanhamento de estímulo sonoro.  O aparelho, chamado Lumatron, usa uma luz estroboscópica com filtros de cores para criar estimulação fática rítmica em freqüências variáveis e comprimentos de ondas ou faixas de cores selecionadas ( o "Megabrain Report" publicar à um artigo completo sobre esse aparelho numa edição futura).  Ammon-Wexler fez um estudo controlado de 20 sujeitos, que sofriam de fobias, e verificou que "notável solução dos sistemas de fobia dos sujeitos aconteceu durante o processo de 20 sessões experimentais. Houve também evidência "genérica" de melhora do autoconceito e reduções, clinicamente significativas, tanto da ansiedade como da depressão".

As descobertas do Dr. Ammon-Wexler sobre beneficies médicos potenciais da estimulação fótica foram recentemente repetidas por William Harris, médico, diretor da Fundação Penwell, uma organização para investigação, pesquisa e aplicação de diferentes modalidades de tratamento para pacientes com AMS/MV.  Num trabalho preliminar com muitos sofredores de AIDS, fez experiências com o uso da máquina de luz e som (o IM-I) e achou muito efetivo.  Ele opina que pode estimular a função imunológica pela produção de estados de relaxamento profundo, aumento da receptividade dos pacientes às sugestões de cura, pela melhoria da habilidade dos pacientes em visualizar e da nitidez de sua visualização.  "Neste ponto, é conjetura", diz Harris, "mas penso que esse tipo de máquina pode, realmente, estar estimulando... o corpo a produzir suas próprias substâncias químicas" e que essas substâncias naturais podem aumentar a função imunológica e a cura.

Em 1990, Bruce Harrah-Conforth, Ph.D., da Universidade de indiana, completou um estudo controlado duma das máquinas computadorizadas de luz e som (o Mnds Eye Plus), o resultado de mais de dois anos de pesquisa no campo de condicionamento cerebral, e verificou que, comparado ao grupo de controle, que ouviu ruídos agudos com os olhos fechados, o grupo que recebeu estímulos de luz e som mostrou alterações dramáticas em seus padrões de EEG em resposta à freqüências de luz e som do aparelho e, também, evidências de sincronização de hemisférios.  Aos participantes do estudo, foi solicitado que descrevessem suas experiências.  De acordo com o Dr. Harrah-Conforth, "os comentários dos sujeitos eram descrições típicas como 'perdi toda a consciência do meu corpo', 'senti-me como se estivesse voando', 'fiquei profundamente relaxado', 'senti-me como se estivesse fora do meu corpo', etc.".

O relatório de Harrah-Conforth sugere que os aparelhos de som e luz podem causar, simultaneamente, excitação ergotrópica, ou excitação do sistema nervoso simpático, e do córtex cerebral, associada a "experiências criativas" e "estáticas", e "excitação trofotrópica, ou excitação do sistema parassimpático, associada a relaxamento profundo, e o "modo atemporal, 'oceânico', das experiências místicas".  Nos humanos, o Dr. Harrah-Conforth conclui que "esses dois estados podem ser interpretados como hiper e hipo-excitação, ou êxtase e “samadhi”.

Em carta ao "Megabrain Report", Harrah-Conforth escreve: "Tenho poucas dúvidas de que a tecnologia do condicionamento mental é um meio muito efetivo de induzir mudanças na consciência".  E continua: "Condicionamento mental, ao menos na minha própria pesquisa, mostrou ser virtualmente à prova de erros e realmente facilita experiências mentais completas".  Ao ressaltar que nosso conhecimento atual da tecnologia de condicionamento cerebral está na infância, escreve que "parece haver poucas dúvidas de que essa tecnologia tem um futuro notável. A evidência, minha e de outros, mostra, claramente, que o condicionamento das ondas cerebrais é produzido por essas máquinas. Os testes de EMG também deixaram claro que um dos sub-produtos desse condicionamento pode ser a resposta do relaxamento. E relatos subjetivos vão de criatividade elevada a belas viagens visuais, à atenção aumentada e a muitos outros estados".  Ele conclui que "há fortes indicações preliminares de que essa tecnologia em desenvolvimento revolucionará, profundamente, tanto nossos conceitos, como nossa interação com nossa consciência... A evolução da consciência humana é um processo tangível manipulável. Podemos controlar nosso destino... Parece que o condicionamento mental estará entre as tecnologias que abrirão o caminho".

O psicólogo da Califórnia, Julian Isaac, Ph.D., trabalhando com um grupo de pesquisa privado chamado "Os outros 90%" (The Other 90 Percent), está agora envolvido num estudo em andamento dos efeitos, nas ondas cerebrais, do som e luz, assim como de outros aparelhos que alteram a mente.  A Megabrain, Inc. dá assistência a essa pesquisa, fornecendo, entre outras coisas, alguns aparelhos.  Isaacs e seus colegas estão usando EEG de mapeamento cerebral colorido com 24 eletrodos, com "software" recentemente desenvolvido, que permite mensuração sensitiva e análise estatística extremamente precisas de toda a atividade elétrica do cérebro.  Numa discussão de suas descobertas preliminares, ele me contou que havia "clara evidência de direcionamento das ondas cerebrais" pelo uso de som e luz.  Também informou que observou uma forte cor - relação entre a intensidade das luzes usadas (LEDs vermelhos ou lâmpadas incandescentes) e o condicionamento mental: quanto mais brilhantes as luzes, maior o condicionamento.  Mencionou um aparelho testado que usava luzes amortecidas e que não tinha "nenhuma capacidade de direcionamento do cérebro".

Entretanto, Isaacs destacou que era mais fácil condicionar a atividade das ondas cerebrais no nível alfa, enquanto parecia ser muito mais difícil dirigir as freqüências mentais mais baixas, como a theta (um fato discutido pêlos fabricantes de aparelhos numa mesa redonda, em outro lugar nesta publicação).  Mas, há clara evidência no EEG de que as pessoas usando os aparelhos passavam muito tempo da sessão em theta.  Constantemente, contudo, a freqüência theta dominante era muito diferente da freqüência theta emitida pela máquina de som e luz.  Como explicá-lo?  Isaacs sugeriu a possibilidade de que, enquanto os aparelhos podem, clara e rapidamente, condicionar a atividade das ondas cerebrais no nível alfa baixo, o que acontece em seguida é que o cérebro fica habituado ao estímulo repetitivo e o sistema de Ativação Reticular a parte de direcionamento de atenção e controle de volume do cérebro' se cansa do estímulo repetitivo e o ignora ou "apaga" a percepção consciente das luzes.  Como resultado, o cérebro cai no estado theta.

O efeito pode ser muito semelhante ao do "ganzfeld" (campo total), que usa um campo visual anônimo e invariável para causar o efeito de "apagar".  Essa teoria fez-me lembrar o trabalho do Dr. Gene Brockopp, anteriormente mencionado, que sugeria que o estímulo por som e luz talvez pudesse "induzir ativamente um estado de desativação, em que o cérebro está passivo, mas não adormecido; desperto, mas não envolvido na "confusão" da rotina da existência.  Se isso for verdade, então pode haver um estado em que novas estratégias cognitivas poderiam ser projetadas e desenvolvidas".

Maiores discussões a respeito da pesquisa científica recente sobre os efeitos das máquinas de som e luz podem ser encontradas nas "Entrevistas sobre luz e som" e nos comentários em separados sobre a "controvérsia do LED vermelho", de Robert Austin e Daed MEGABRAIN REPORT.  

 

Outros Estudos

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Universidade de Illinois: Desempenho desportivo, redução de tensão e pesquisa de gerontologia.  

Universidade Estatal de São Francisco: Efeito de excitação de cérebro em toxicomania.  

Massachusetts Hospital Geral, Boston,: Excitação de cérebro auditivo-visual e anti-dependência.  

Universidade de Alberta: Redução de dor por excitação auditivo-visual.  

Universidade de Viena, Áustria,: Estudo realizado pelo Dr. T. Wenzel do Hospital Clínico para Psiquiatria na influência de excitação auditivo-visual em problemas psicossomáticos.  

Csikszentmihalyi, M. (1990). Flow: The Psychology of Optimal Experience. New York: Harper & Row.  

Budzynski, T. H. (1991). The Science of Light and Sound. Fall City, WA: ThetaTech Publications.

Hutchison, M. (1986). Megabrain: New Tools and Techniques for Brain Growth and Mind Expansion. New York: Ballantine Books.

Hutchison, M. (1990). A Short History of Light/Sound Technology. Megabrain Report. 1. Summary available from Megabrain Report, or ThetaTech Publications, Fall City WA.

Hutchison, M. (1992). Beyond Entertainment: How to Use Mind Machines for Peak Performance and Self-Transformation. Megabrain Report. 1. pp. 2-28.

Hutchison, M. (1993). Megabrain Power: How to Use Mind Machines and Smart Drugs to Change Your Life. New York: Hyperion Press. (Available Winter 1993.)

Hutchison, M. (1984). The Book of Floating. New York: Morrow/Quill. Ritterman, M. (1983). Using Hypnosis in Family Therapy. San Francisco: Jossey-Bass

Walter, W. G. (1957). The Living Brain. London: Gerald Duckworth & Co. Ltd.

FONTES DE REFERÊNCIA

Para aprender mais sobre algumas das técnicas e procedimentos  você poderá consultar os livros a seguir:

Relaxamento.  Uma série de técnicas de relaxamento estão incluídas em minha obra "O livro de flutuação" (The Book of Floating) (Morrow/Quili, 1984).  Veja também "A resposta de relaxamento" (The Relaxation Response) (Morrow, 1975) e "O efeito mente/Corpo" (The Nfind/Body Effect) (Simon & Schuster, 1979), pelo Dr. Herbert Benson- "Cuidando do corpo, consertando a mente" (Nfinding the Body, Mending the Nfind) por Joan Borysenko (Bantam, 1988) e "As belas artes do relaxamento, concentração e meditação" (The Fine Arts of Relaxation, Concentration and Meditation) por Joel Levey (Wisdom Publications, 1987).

Atenção.  Talvez a melhor introdução para meditação atenta seja "Viver em catástrofe completa" (Full Catastrophe Living) por John Kabat-Zinn, Ph.D. (Delacorte, 1990).  Outras obras excelentes são "Buscando o coração da sabedoria: o caminho da meditação interior" (Seeking the Heart of Wisdom: the Path of Insight Meditation) por Joseph Godstein e Jack Komfeld (Shambala, 1987), "Um despertar gradual" ( A Gradual Awakening) por Stephen Levine (Anchor/Doubleday, 1979) e "Mente Zen, mente do principiante" (Zen Mnd, Beginner's Xfind), de Shunryu Suzuki (Weatherhill, 1986).

Foco-Aberto.  A melhor introdução para Foco Aberto é o "Manual do Foco Aberto" (The Open Focus Handbook) de George Fritz, doutor em educação, e Les Fehn-ú, Ph.D., ou "Fitas de foco aberto", disponíveis em jogos de seis ou doze fitas de áudio, indo duma introdução básica até fitas avançadas, para controle da dor e treinamento esportivo.

Aprendizagem Acelerada.  Uma revisão detalhada das técnicas de aprendizagem acelerada é "Superaprendizagem"(Superleaming) por Sheila Ostrander e Lynn Schroeder (Delacorte, 1979) e o mais recente "Super memória: a revolução" (Super-Memory: the Revolution) (Caroll & Graf, 1991), que inclui informações sobre o uso de máquinas da mente para ampliar o funcionamento mental.

 

 

 

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